- Since: 3 de março 2011 -

Às vezes me pergunto quando serei feliz ao seu lado novamente. Tenho medo de eu não ser mais feliz com você nunca mais, mas eu sei que abriria mão de tudo por você. Até mesmo da minha felicidade se preciso, só pra você ser feliz.
— br souza..
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Cap.: 137


Ela veio andando em minha direção toda linda, com um olhar que me congelava inteiro, sem ter reação pra nada. As luzes a deixavam cada vez mais bonita e realçavam seus olhos. Ela passou por mim, sorriu e abaixou a cabeça. Eu senti seu perfume da hora o que me destruiu todo por dentro. Era horrível ver ela ali na minha frente, linda daquele jeito e não poder fazer nada. Minhas pernas ficaram bambas e eu resolvi me sentar um pouco. Vi uns pufes perto da parede, aproveitei pra pegar uma Heineken e depois me sentei. Estava tocando só músicas eletrônicas ou muito agitadas, mas do nada começou a tocar baby by me do 50 Cent. O que deixou o ambiente um pouco agradável. Eu amo música eletrônica, mas pro estado de fossa que eu estava uma música mais calma seria uma boa. Fiquei todo largado no pufe bebendo a Heineken de olhos fechados curtindo a música. Eu preferia estar sozinho, mas se eu ficasse com certeza eu ia ficar chorando e me lamentando. Então era melhor eu continuar na festa.

Abri meus olhos de novo e vi a Melissa mais uma vez na escada junto com o Fábio, mas pra minha surpresa o Willian estava junto com eles e mais uma menina. A Chris veio do meio da multidão junto com o Renato. Ele foi pegar algo pra eles dois beberem e a Chris se sentou comigo. Eu sorri pra ela meio desanimado e ela perguntou o que eu tinha.

Chris: O que houve fiel? Ta caídão aí!

Eu: Fiel, o que o Willian ta fazendo perto do Fábio e da Melissa? Os dois não são a fim dela, deviam estar brigando igual fazem comigo e não parecendo amigos de infância.

Chris: Ih Br, é que o Willian voltou com a ex dele e ele só estava ficando com a Mel, nunca chegou a namorar. Sempre tava de caso com a ex dele, porque ele sempre gostou dela, entende? Ai hoje mais cedo ele voltou com ela.

Eu: Ta, mas porque ele ta perto do Fábio já que os dois tão a fim da Melissa? Era pra eles dois estarem brigando feito loucos. 

Chris: O Willian sempre foi amigo do irmão do Fábio, eles se conhecem a bastante tempo. Se estranharam um pouco quando o Willian estava ficando com a Melissa. Bem antes de ela te conhecer e não se falavam desde então, mas pelo que vejo voltaram a se falar.

Eu: Hum… Entendo.

Chris: Sei… Enfim, tu vai ficar a noite toda aí nesse pufe? Vai dançar, ficar com alguém, sei lá.Eu: Deixa só eu arrumar um ânimo!Chris: Tem uma menina linda dançando ali, tu quer ânimo melhor que esse? E nem vem falar que não, porque eu vi tu babando por ela!Eu: Pior que ela é linda mesmo…Chris: Então homem! - Sorriu.Eu: Tá, mas vou pegar outra Heineken antes. – Sorri. O Renato voltou com as bebidas dele e ficou lá conversando com a Chris. Eu me levantei e fui no bar pegar outra Heineken. A playlist da festa tinha mudado de eletrônica pra hip hop, dos bem antigos. Peguei a Heineken e fui direto pra onde estava o DJ e a galera que dançava. A Chris e o Renato foram pro andar de cima da casa, passaram pela Melissa, falaram qualquer coisa pra ela e subiram as escadas. Eu fiquei dançando próximo aos pufes, onde a guria que tinha chamado minha atenção estava. Começou a tocar Lean Back, um hip hop muito velho, mas era daqueles que os anos podem passar e ele continua bom de se ouvir. Eu já estava um tanto alterado, mas não estava bêbado. Eu sabia onde estava, o que estava fazendo e aparentemente estava tudo normal, mas eu estava começando a sentir dificuldade em me mexer rápido. Creio que se alguém jogasse algo em mim, eu não me esquivaria.  A guria foi chegando perto de mim conforme dançava e começou a dançar junto comigo. Ela pegou a Heineken da minha mão e bebeu como se estivesse bebendo água. Me devolveu a garrafa e sorriu pra mim, enquanto que eu estava igual um bobão tentando entender a facilidade que ela tem pra ingerir bebida alcoólica. Nós dançávamos juntos, mas não tão próximos. A música já estava acabando e ela chegava cada vez mais perto de mim. Eu não posso negar que ao mesmo tempo em que eu estava a fim de ficar com ela, eu estava me sentindo mal de ver a Melissa por cima dos ombros dela bem longe olhando pra nós dois dançando juntos. Conforme ela ia chegando perto eu ia chegando pra trás, tentando não ficar tão próximo. Acabei indo pra trás demais e tropecei no pufe, caindo sentado nele. Conforme fui caindo acabei me segurando nela sem querer, que acabou caindo por cima de mim, já que ela estava se aproximando e eu meio que a “puxei”.

Próximo Capítulo »

Cap.: 137


Ela veio andando em minha direção toda linda, com um olhar que me congelava inteiro, sem ter reação pra nada. As luzes a deixavam cada vez mais bonita e realçavam seus olhos. Ela passou por mim, sorriu e abaixou a cabeça. Eu senti seu perfume da hora o que me destruiu todo por dentro. Era horrível ver ela ali na minha frente, linda daquele jeito e não poder fazer nada. Minhas pernas ficaram bambas e eu resolvi me sentar um pouco. Vi uns pufes perto da parede, aproveitei pra pegar uma Heineken e depois me sentei. Estava tocando só músicas eletrônicas ou muito agitadas, mas do nada começou a tocar baby by me do 50 Cent. O que deixou o ambiente um pouco agradável. Eu amo música eletrônica, mas pro estado de fossa que eu estava uma música mais calma seria uma boa. Fiquei todo largado no pufe bebendo a Heineken de olhos fechados curtindo a música. Eu preferia estar sozinho, mas se eu ficasse com certeza eu ia ficar chorando e me lamentando. Então era melhor eu continuar na festa.

Abri meus olhos de novo e vi a Melissa mais uma vez na escada junto com o Fábio, mas pra minha surpresa o Willian estava junto com eles e mais uma menina. A Chris veio do meio da multidão junto com o Renato. Ele foi pegar algo pra eles dois beberem e a Chris se sentou comigo. Eu sorri pra ela meio desanimado e ela perguntou o que eu tinha.

Chris: O que houve fiel? Ta caídão aí!

Eu: Fiel, o que o Willian ta fazendo perto do Fábio e da Melissa? Os dois não são a fim dela, deviam estar brigando igual fazem comigo e não parecendo amigos de infância.

Chris: Ih Br, é que o Willian voltou com a ex dele e ele só estava ficando com a Mel, nunca chegou a namorar. Sempre tava de caso com a ex dele, porque ele sempre gostou dela, entende? Ai hoje mais cedo ele voltou com ela.

Eu: Ta, mas porque ele ta perto do Fábio já que os dois tão a fim da Melissa? Era pra eles dois estarem brigando feito loucos.

Chris: O Willian sempre foi amigo do irmão do Fábio, eles se conhecem a bastante tempo. Se estranharam um pouco quando o Willian estava ficando com a Melissa. Bem antes de ela te conhecer e não se falavam desde então, mas pelo que vejo voltaram a se falar.

Eu: Hum… Entendo.

Chris: Sei… Enfim, tu vai ficar a noite toda aí nesse pufe? Vai dançar, ficar com alguém, sei lá.
Eu: Deixa só eu arrumar um ânimo!
Chris: Tem uma menina linda dançando ali, tu quer ânimo melhor que esse? E nem vem falar que não, porque eu vi tu babando por ela!
Eu: Pior que ela é linda mesmo…
Chris: Então homem! - Sorriu.
Eu: Tá, mas vou pegar outra Heineken antes. – Sorri.
O Renato voltou com as bebidas dele e ficou lá conversando com a Chris. Eu me levantei e fui no bar pegar outra Heineken. A playlist da festa tinha mudado de eletrônica pra hip hop, dos bem antigos. Peguei a Heineken e fui direto pra onde estava o DJ e a galera que dançava. A Chris e o Renato foram pro andar de cima da casa, passaram pela Melissa, falaram qualquer coisa pra ela e subiram as escadas. Eu fiquei dançando próximo aos pufes, onde a guria que tinha chamado minha atenção estava. Começou a tocar Lean Back, um hip hop muito velho, mas era daqueles que os anos podem passar e ele continua bom de se ouvir. Eu já estava um tanto alterado, mas não estava bêbado. Eu sabia onde estava, o que estava fazendo e aparentemente estava tudo normal, mas eu estava começando a sentir dificuldade em me mexer rápido. Creio que se alguém jogasse algo em mim, eu não me esquivaria.
A guria foi chegando perto de mim conforme dançava e começou a dançar junto comigo. Ela pegou a Heineken da minha mão e bebeu como se estivesse bebendo água. Me devolveu a garrafa e sorriu pra mim, enquanto que eu estava igual um bobão tentando entender a facilidade que ela tem pra ingerir bebida alcoólica. Nós dançávamos juntos, mas não tão próximos. A música já estava acabando e ela chegava cada vez mais perto de mim. Eu não posso negar que ao mesmo tempo em que eu estava a fim de ficar com ela, eu estava me sentindo mal de ver a Melissa por cima dos ombros dela bem longe olhando pra nós dois dançando juntos. Conforme ela ia chegando perto eu ia chegando pra trás, tentando não ficar tão próximo. Acabei indo pra trás demais e tropecei no pufe, caindo sentado nele. Conforme fui caindo acabei me segurando nela sem querer, que acabou caindo por cima de mim, já que ela estava se aproximando e eu meio que a “puxei”.

Próximo Capítulo »

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Cap.: 136


O som estava bem alto e dava pra ouvir das outras ruas do quarteirão. Nós entramos na casa dela e de cara a Chris avistou um grupo de amigas. Ela disse qualquer coisa pra gente que não dava pra ouvir por causa da música e foi em direção ao grupo de meninas. O Renato avistou um bar improvisado que ela tinha feito e pra nossa alegria era open bar, ou seja, bebida liberada. Ele me puxou em direção ao bar igual criança quando avista um brinquedo novo e pediu pra gente várias porções de vodka e tequila. Esperamos a garçonete trazer e logo que ela chegou com as bebidas olhou pra mim como se quisesse algo. Eu não curto muito ficar dando em cima de garçonetes ou qualquer coisa do tipo. Além de elas estarem trabalhando, eu não vejo nada de bom nisso. A não ser bebida de graça, mas isso eu já tinha.

O Renato pegou os copos dele e disse que ia ficar junto com a Chris. Eu não estava a fim de ficar sozinho, então assim que avistei o Pedro entrando e indo na direção do RP e os caras fui junto. Os caras da pista estavam bolando uns becks. É incrível como esses caras nunca conseguem ficar sóbrios. Como eu e o Pedro não fumávamos esse tipo de coisa resolvemos sair de perto. O Pedro por mais que tivesse uma cara de bandido cheirador, ele não fumava nada além de um cigarro e bebia umas bebidas normais. Eu fui bebendo e fui me soltando cada vez mais. Como a festa tinha muita gente conhecida, mesmo que só de vista, eu não queria ficar bêbado e muito menos passar vexame pra depois as pessoas falarem. Mas eu estava me sentindo preso e sem vontade de fazer nada. Avistei de longe a Melissa junto com a Eliza, Ulli e o Fábio. Eu comecei a ter aquela depressão que todo bêbado tem. Alguns ficam felizes quando bebem, outros fazem merda e alguns entram em depressão. Já eu fico bipolar. Uma hora to rindo até do vendo, na outra fico querendo chorar, mas creio que o fato de eu ter ficado mal não era pela bebida e sim por ver ele com ela.

O Pedro começou a ficar alterado e ia pulando conforme a batida da música. Ele olhou pra mim pulando e derramando a bebida toda no chão. Começou a me puxar pro meio das pessoas que estavam dançando e cantando a música.

Pedro: Let’s go! I’m talking here and now…

Eu não entendi nada no começo e até me senti estranho pensando no que a Melissa ia achar de mim me vendo daquela forma. Mas depois eu percebi que se ela estava lá com o Fábio e curtindo tudo o mínimo que eu podia fazer por mim mesmo era curtir a festa e esquecer um pouco de todos os meus problemas. A música não era tão difícil de se aprender. Ela era do tipo que a letra é pequena e repete várias vezes, então não tinha como você não gravar ela na hora. Sem contar que ela meio que te convidava a dançar e cantar, te dava vontade de extravasar, digamos assim. Eu como estava meio alegre por causa da bebida resolvi tocar o foda-se e ser feliz, pelo menos naquela noite.

Eu: It’s not about what you’ve done. It’s about what you doing. It’s all about where you going. No matter where you’ve been. LET’S GO!!!!! 

O Pedro se perdeu no meio da multidão, mas eu estava tão desligado de tudo que eu mesmo “sozinho” estava curtindo aquilo tudo. Tinha uma menina na minha frente que chamava bem a minha atenção. Ela tinha o estilo da Sofie e da Lola juntos. Dançava bem e te seduzia com os movimentos, mesmo sem ela querer isso. Era ousada sem ser oferecida. Era sexy e ao mesmo tempo charmosa. Ela estava com uma garrafa de vodka na mão e com certeza estava muito a fim de curtir a noite. Eu não conseguia parar de olhar pra ela, confesso que me atraiu bastante. Sei lá, ela tinha um jeito provocador de olhar e dançar. Me parecia ser decidida, querer viver a vida como se o amanhã  não existisse e isso sempre me chamou atenção nas meninas. 

Eu passei a maior parte da festa olhando pra ela e não falei nem se quer um oi. Eu nunca fui muito bom de chegar nas meninas. Sempre detestei isso na verdade. Acho que essa é a pior parte de tu ser homem. Eu nunca tenho o que dizer, nunca sei o que falar e acho que chegar beijando a menina sem saber se ela ta a fim é ridículo. Decidi ficar na minha ao invés de ir falar com ela. Até porque com a Melissa na festa junto com o Fábio, se eu fizesse qualquer coisa ia ser motivo pra ele ir falar no ouvido dela merda pra mim. E por falar nele, quando me virei o vi sentado na escada junto com a Melissa, falando qualquer coisa no ouvido dela. Eu não ia negar que ela estava linda e assim que ela se levantou deu pra eu ver ela por inteiro. Até então eu tinha visto ela sentada, mas quando ela se levantou eu realmente vi que ela não estava linda, estava maravilhosa. Eu fiquei por um bom tempo olhando pra ela com cara de bobo e bêbado. Ela usava um vestido um pouco colado preto, estava de salto e incrivelmente linda.

Próximo Capítulo »

Cap.: 136

O som estava bem alto e dava pra ouvir das outras ruas do quarteirão. Nós entramos na casa dela e de cara a Chris avistou um grupo de amigas. Ela disse qualquer coisa pra gente que não dava pra ouvir por causa da música e foi em direção ao grupo de meninas. O Renato avistou um bar improvisado que ela tinha feito e pra nossa alegria era open bar, ou seja, bebida liberada. Ele me puxou em direção ao bar igual criança quando avista um brinquedo novo e pediu pra gente várias porções de vodka e tequila. Esperamos a garçonete trazer e logo que ela chegou com as bebidas olhou pra mim como se quisesse algo. Eu não curto muito ficar dando em cima de garçonetes ou qualquer coisa do tipo. Além de elas estarem trabalhando, eu não vejo nada de bom nisso. A não ser bebida de graça, mas isso eu já tinha.

O Renato pegou os copos dele e disse que ia ficar junto com a Chris. Eu não estava a fim de ficar sozinho, então assim que avistei o Pedro entrando e indo na direção do RP e os caras fui junto. Os caras da pista estavam bolando uns becks. É incrível como esses caras nunca conseguem ficar sóbrios. Como eu e o Pedro não fumávamos esse tipo de coisa resolvemos sair de perto. O Pedro por mais que tivesse uma cara de bandido cheirador, ele não fumava nada além de um cigarro e bebia umas bebidas normais. Eu fui bebendo e fui me soltando cada vez mais. Como a festa tinha muita gente conhecida, mesmo que só de vista, eu não queria ficar bêbado e muito menos passar vexame pra depois as pessoas falarem. Mas eu estava me sentindo preso e sem vontade de fazer nada. Avistei de longe a Melissa junto com a Eliza, Ulli e o Fábio. Eu comecei a ter aquela depressão que todo bêbado tem. Alguns ficam felizes quando bebem, outros fazem merda e alguns entram em depressão. Já eu fico bipolar. Uma hora to rindo até do vendo, na outra fico querendo chorar, mas creio que o fato de eu ter ficado mal não era pela bebida e sim por ver ele com ela.

O Pedro começou a ficar alterado e ia pulando conforme a batida da música. Ele olhou pra mim pulando e derramando a bebida toda no chão. Começou a me puxar pro meio das pessoas que estavam dançando e cantando a música.

Pedro: Let’s go! I’m talking here and now…

Eu não entendi nada no começo e até me senti estranho pensando no que a Melissa ia achar de mim me vendo daquela forma. Mas depois eu percebi que se ela estava lá com o Fábio e curtindo tudo o mínimo que eu podia fazer por mim mesmo era curtir a festa e esquecer um pouco de todos os meus problemas. A música não era tão difícil de se aprender. Ela era do tipo que a letra é pequena e repete várias vezes, então não tinha como você não gravar ela na hora. Sem contar que ela meio que te convidava a dançar e cantar, te dava vontade de extravasar, digamos assim. Eu como estava meio alegre por causa da bebida resolvi tocar o foda-se e ser feliz, pelo menos naquela noite.

Eu: It’s not about what you’ve done. It’s about what you doing. It’s all about where you going. No matter where you’ve been. LET’S GO!!!!!

O Pedro se perdeu no meio da multidão, mas eu estava tão desligado de tudo que eu mesmo “sozinho” estava curtindo aquilo tudo. Tinha uma menina na minha frente que chamava bem a minha atenção. Ela tinha o estilo da Sofie e da Lola juntos. Dançava bem e te seduzia com os movimentos, mesmo sem ela querer isso. Era ousada sem ser oferecida. Era sexy e ao mesmo tempo charmosa. Ela estava com uma garrafa de vodka na mão e com certeza estava muito a fim de curtir a noite. Eu não conseguia parar de olhar pra ela, confesso que me atraiu bastante. Sei lá, ela tinha um jeito provocador de olhar e dançar. Me parecia ser decidida, querer viver a vida como se o amanhã  não existisse e isso sempre me chamou atenção nas meninas.

Eu passei a maior parte da festa olhando pra ela e não falei nem se quer um oi. Eu nunca fui muito bom de chegar nas meninas. Sempre detestei isso na verdade. Acho que essa é a pior parte de tu ser homem. Eu nunca tenho o que dizer, nunca sei o que falar e acho que chegar beijando a menina sem saber se ela ta a fim é ridículo. Decidi ficar na minha ao invés de ir falar com ela. Até porque com a Melissa na festa junto com o Fábio, se eu fizesse qualquer coisa ia ser motivo pra ele ir falar no ouvido dela merda pra mim. E por falar nele, quando me virei o vi sentado na escada junto com a Melissa, falando qualquer coisa no ouvido dela. Eu não ia negar que ela estava linda e assim que ela se levantou deu pra eu ver ela por inteiro. Até então eu tinha visto ela sentada, mas quando ela se levantou eu realmente vi que ela não estava linda, estava maravilhosa. Eu fiquei por um bom tempo olhando pra ela com cara de bobo e bêbado. Ela usava um vestido um pouco colado preto, estava de salto e incrivelmente linda.


Próximo Capítulo »

(Source: zoo-y0rk-city, via mundonegro)

REBLOG
Cap.: 135.

Ele se levantou e foi direto pro banheiro ver se conseguia falar com a Chris e eu fiquei lá, pensativo como sempre. Momentos sozinhos são aqueles que dão brechas pros pensamentos mais intensos aparecerem. Às vezes eu acordo sem vontade de me levantar e encarar o mundo, não sei dizer se estou bem ou não e muitas vezes nem fome sinto. Hoje é um desses dias. Meus últimos sorrisos, por mais lindos que sejam não são sinceros, pra dizer a verdade ultimamente nenhum deles tem sido. Mas o que eu posso fazer? Não posso passar a vida inteira com o rosto sem qualquer expressão, seja ela de felicidade ou tristeza. Acho que tudo o que tenho é saudade, saudades dos tempos bons. Eu só queria saber por que toda vez que falo com ela eu me sinto assim, feliz por estar falando e angustiado por não poder estar do lado dela, abraçando ela, deixando ela segura, e pondo um sorriso no rosto dela. Me diz, por que eu me sinto assim, como se uma parte de mim fosse embora toda vez que ela me diz adeus? É incrível como todas as vezes que ela me dá adeus, eu nunca tenho certeza se ela vai voltar depois, não pra falar comigo… Mas pra mim.

Eu estava desligado do mundo, preso em meus pensamentos. Quando me dei por conta o Fábio estava vindo em minha direção junto com os guris que estavam com ele. Eu estava próximo a porta e esperava que ele estivesse indo embora e não vindo falar comigo. Ele parou do meu lado e olhou pra mim com expressão de deboche misturado com marra no rosto, depois olhou pros amigos dele, riu e saiu. Meu sangue ferveu na hora. Eu não sei se sempre fui assim, meio “esquentadinho”, querendo briga a todo o momento, mas creio que não era. Sei lá, ultimamente parece que estão procurando briga comigo, só sabem me provocar a todo o momento. Eu mudei demais depois que conheci a Melissa, isso eu admito. Fiquei mais romântico, mais maduro, mas também fiquei sem paciência ou então esses malucos que só sabem me provocar porque não tiveram capacidade de fazer ela feliz. Eu fiquei com raiva, mas preferi ficar na minha e deixei ele ir embora. O Renato voltou abraçado com a Chris e se sentaram na mesa comigo.
Chris: Bruno não vai comer?

Eu: Ah fiel, to sem fome…

Chris: Bruno tu vai ficar sem comer por causa da Melissa? Já não basta essa tua cara de morte! Fiel, eu gosto pra caramba da Mel, ela é minha melhor amiga, mas cara, não dá pra tu ficar assim sem comer e ficar desse jeito por causa dela. Sei que você a ama e que ta doendo, mas ficar o tempo todo assim não vai te fazer bem.

Eu: É, eu sei.

Meu lanche continuava do mesmo jeito, mas decidi comer já que de noite eu não sabia se ia beber muito ou não. E mesmo que fosse beber pouco, eu tinha que estar com algo no estômago pra não passar mal. E cá entre nós, eu não vou e nem posso ficar sem comer por causa da Melissa. Às vezes parece que meu pai tem razão. Ele sempre diz que mulher não dá valor as coisas que a gente faz e que nunca deve se entregar totalmente a uma, porque sempre sai machucado. Mas eu paro pra pensar e vejo que ele ta errado. O tempo foi passando e nós voltamos pra casa. Eu fui pro hotel falar com o pai da Alicia, dizer que não voltaria com ele e que não precisava mais ficar no hotel. Ele me entendeu e disse que tudo bem. Fui no meu quarto pegar minhas coisas e levei pra minha nova casa.

Arrumei minhas coisas e me arrumei pra festa pra esperar o Renato e a Chris chegarem pra irmos. Eu não estava muito arrumado. Eu nunca fui muito ligado nesse tipo de coisa, sempre me arrumei bem simples. Coloquei uma calça jeans, um vans, uma camisa de manga comprida com a gola aberta com cadarços pendurados. Meu cabelo como sempre estava bagunçado. Não demorou muito e eles chegaram. A Chris estava linda demais, já o Renato estava como sempre. Eu não sei se é porque eu quase não saio com a Chris, então por isso não estou acostumado a ver ela arrumada pra festas, mas estava realmente linda.

Fomos pra festa, mas como sempre eu e o Renato fazemos, passamos antes na lanchonete/bar do Pedro pra tomar pelo menos uma cerveja. Ficamos mais ou menos umas meia hora lá, marcando um tempo até a festa começar e ficar boa, até que decidimos ir. Chegamos lá na casa da Clarissa. A fachada da casa dela era enorme, tinha um gramado lindo e ninguém dizia que ela não era rica. Só de olhar pro estilo da grama da mansão tu deduzia que ela tinha rios de dinheiro. Era meio tarde já e na grama haviam muitos copos descartáveis coloridos, cigarros usados e até uns becks. Você via gente de tudo que é tipo. Pessoas que tinham sido convidadas por ela, outras que tinham entrado de penetra na festa, outras que tinham sido chamadas por amigos e pessoas como eu, que falavam muito pouco com ela.

Próximo Capítulo »

Cap.: 135.

Ele se levantou e foi direto pro banheiro ver se conseguia falar com a Chris e eu fiquei lá, pensativo como sempre. Momentos sozinhos são aqueles que dão brechas pros pensamentos mais intensos aparecerem. Às vezes eu acordo sem vontade de me levantar e encarar o mundo, não sei dizer se estou bem ou não e muitas vezes nem fome sinto. Hoje é um desses dias. Meus últimos sorrisos, por mais lindos que sejam não são sinceros, pra dizer a verdade ultimamente nenhum deles tem sido. Mas o que eu posso fazer? Não posso passar a vida inteira com o rosto sem qualquer expressão, seja ela de felicidade ou tristeza. Acho que tudo o que tenho é saudade, saudades dos tempos bons. Eu só queria saber por que toda vez que falo com ela eu me sinto assim, feliz por estar falando e angustiado por não poder estar do lado dela, abraçando ela, deixando ela segura, e pondo um sorriso no rosto dela. Me diz, por que eu me sinto assim, como se uma parte de mim fosse embora toda vez que ela me diz adeus? É incrível como todas as vezes que ela me dá adeus, eu nunca tenho certeza se ela vai voltar depois, não pra falar comigo… Mas pra mim.

Eu estava desligado do mundo, preso em meus pensamentos. Quando me dei por conta o Fábio estava vindo em minha direção junto com os guris que estavam com ele. Eu estava próximo a porta e esperava que ele estivesse indo embora e não vindo falar comigo. Ele parou do meu lado e olhou pra mim com expressão de deboche misturado com marra no rosto, depois olhou pros amigos dele, riu e saiu. Meu sangue ferveu na hora. Eu não sei se sempre fui assim, meio “esquentadinho”, querendo briga a todo o momento, mas creio que não era. Sei lá, ultimamente parece que estão procurando briga comigo, só sabem me provocar a todo o momento. Eu mudei demais depois que conheci a Melissa, isso eu admito. Fiquei mais romântico, mais maduro, mas também fiquei sem paciência ou então esses malucos que só sabem me provocar porque não tiveram capacidade de fazer ela feliz. Eu fiquei com raiva, mas preferi ficar na minha e deixei ele ir embora. O Renato voltou abraçado com a Chris e se sentaram na mesa comigo.

Chris: Bruno não vai comer?

Eu: Ah fiel, to sem fome…

Chris: Bruno tu vai ficar sem comer por causa da Melissa? Já não basta essa tua cara de morte! Fiel, eu gosto pra caramba da Mel, ela é minha melhor amiga, mas cara, não dá pra tu ficar assim sem comer e ficar desse jeito por causa dela. Sei que você a ama e que ta doendo, mas ficar o tempo todo assim não vai te fazer bem.

Eu: É, eu sei.

Meu lanche continuava do mesmo jeito, mas decidi comer já que de noite eu não sabia se ia beber muito ou não. E mesmo que fosse beber pouco, eu tinha que estar com algo no estômago pra não passar mal. E cá entre nós, eu não vou e nem posso ficar sem comer por causa da Melissa. Às vezes parece que meu pai tem razão. Ele sempre diz que mulher não dá valor as coisas que a gente faz e que nunca deve se entregar totalmente a uma, porque sempre sai machucado. Mas eu paro pra pensar e vejo que ele ta errado. O tempo foi passando e nós voltamos pra casa. Eu fui pro hotel falar com o pai da Alicia, dizer que não voltaria com ele e que não precisava mais ficar no hotel. Ele me entendeu e disse que tudo bem. Fui no meu quarto pegar minhas coisas e levei pra minha nova casa.

Arrumei minhas coisas e me arrumei pra festa pra esperar o Renato e a Chris chegarem pra irmos. Eu não estava muito arrumado. Eu nunca fui muito ligado nesse tipo de coisa, sempre me arrumei bem simples. Coloquei uma calça jeans, um vans, uma camisa de manga comprida com a gola aberta com cadarços pendurados. Meu cabelo como sempre estava bagunçado. Não demorou muito e eles chegaram. A Chris estava linda demais, já o Renato estava como sempre. Eu não sei se é porque eu quase não saio com a Chris, então por isso não estou acostumado a ver ela arrumada pra festas, mas estava realmente linda.

Fomos pra festa, mas como sempre eu e o Renato fazemos, passamos antes na lanchonete/bar do Pedro pra tomar pelo menos uma cerveja. Ficamos mais ou menos umas meia hora lá, marcando um tempo até a festa começar e ficar boa, até que decidimos ir. Chegamos lá na casa da Clarissa. A fachada da casa dela era enorme, tinha um gramado lindo e ninguém dizia que ela não era rica. Só de olhar pro estilo da grama da mansão tu deduzia que ela tinha rios de dinheiro. Era meio tarde já e na grama haviam muitos copos descartáveis coloridos, cigarros usados e até uns becks. Você via gente de tudo que é tipo. Pessoas que tinham sido convidadas por ela, outras que tinham entrado de penetra na festa, outras que tinham sido chamadas por amigos e pessoas como eu, que falavam muito pouco com ela.

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E daí que hoje é dia do abraço? Eu não vou poder abraçar quem eu queria mesmo.

(Source: wheneveryoufall, via i-have-feelings)

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NÃO CLICA, TO AVISANDO!

(Source: ser-leve, via querido--john)

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